DESCRIÇÃO

O óleo essencial de Lavanda é muito procurado principalmente por conta de sua delicadeza e por não ser irritante para a pele. Tem ainda propriedades calmantes e relaxantes. O óleo essencial de Lavanda By Samia é 100% puro e natural. Sua composição é livre de conservantes, parabenos, sulfatos, corantes, silicone e essências artificiais. Além de ser um produto vegano, livre de testes em animais e de ingredientes de origem animal.

 

Os óleos essenciais são substâncias naturais extraídas de plantas de diversas partes do mundo. Estas substâncias podem ser encontradas nas flores, nas folhas, nos caules, nas hastes, nas cascas ou nas raízes. No caso da lavanda são das flores que o óleo essencial é extraído. Desta forma, podem existir variações em seus aromas e compostos.

 

O óleo essencial de Lavanda é indicado para acalmar, relaxar os músculos, ajudando no bem-estar em geral. Lavanda ainda é conhecida por ser uma planta que atua como antidepressivo, diminui a tensão muscular, induz o sono entre outras características: antisséptica e antibacteriana. O óleo essencial de Lavanda é uma das fragrâncias mais familiares do planeta.

 

É necessário frisar que a OMS critica o uso dessas substâncias via oral, por esse motivo o melhor jeito de absorver as propriedades da substância. É usando como difusores, diluidores e massoterápicos.

 

História do óleo essencial de lavanda

 

A Lavanda é uma das plantas com maior tradição empregada na antiguidade. Os gregos, os romanos e os árabes empregavam a variedade Lavandula stoechas como erva antisséptica e de perfumaria – daí seu nome em latim lavare, que significa lavar. Devido à aparência de suas folhas, faz-se menção a angustifólia.

Muito utilizada como erva aromática, foi espalhada em lugares públicos da antiga Europa a partir do século XII. No mesmo século, a Madre St. Hildegarda reconhecia suas várias propriedades terapêuticas. O famoso botânico inglês do século XVI, William Turner, recomendava a Lavanda para lavar a cabeça das pessoas com transtornos psiquiátricos. Em 1640, o médico inglês John Parkinson considerava a Lavanda como “muito boa para dores de cabeça e para o cérebro”. Em 1746 foi incluída pela primeira vez na farmacopeia londrina.

 

É um dos óleos essenciais mais conhecidos na Aromaterapia e usado para fins curativos desde tempos imemoráveis. Durante séculos, sachês de Lavanda foram colocados nas gavetas de roupas de cama para evitar mofo e afastar os insetos – suas propriedades inseticidas eram bastante evidentes. Também era apreciado por sua qualidade antisséptica pelos romanos, que o usavam nos banhos e para limpar ferimentos, confirmando a correspondência com o verbo latino lavare. Acreditava-se que a Lavanda poderia curar formas mais brandas de epilepsia.

 

A água de Lavanda era popular no período elisabetano e na dinastia Stuart. Também era o perfume preferido da rainha Maria Henrietta, esposa do rei Charles I. A Lavanda inglesa foi cultivada durante muito tempo ao redor de Mitchum, em Surrey, embora seja hoje amplamente cultivada em Norfolk. Suas maravilhosas propriedades dermatológicas foram descobertas quase acidentalmente pelo químico francês René Maurice Gattefossé, no início do século XX. Confere sabor exótico a alguns pratos franceses e marroquinos.

 

Supõe-se que a destilação comercial começou no início do século XVII – acredita-se que, por ser regida por Mercúrio, isto pode relacionar-se com seu uso tradicional para o sistema nervoso. Um óleo nada romântico, atribui-se também a ele funcionar como anafrodisíaco. Borrifar Lavanda na cabeça supostamente ajuda a manter a castidade. Diz-se que a Lavanda é uma das ervas dedicadas a Hécate, a deusa dos bruxos e das feiticeiras, e a suas duas filhas, Medeia e Circe.

 

Aspectos Botânicos:

 

Trata-se de uma planta arbustiva aromática e perene, pertencente à família das Labiadas, caracterizada por apresentar uma altura de 50 a 80 cm, com folhas opostas, lanceoladas e oblongo-lineares, inteiras de 2 a 5 cm de longitude, flores bilabiadas cor azul grisalho a violácea, reunidas em espigas com pedúnculos, que podem alcançar entre 10 a 20 cm, aparecendo em meados do verão a princípios de outono.

 

A Lavanda é originária da zona mediterrânea européia, oriente e Índia, sendo posteriormente introduzida em quase todos os continentes. Cresce silvestre, em solos pobres, argilosos, bem drenados e em zonas sub-montanhosas. É muito empregada em jardins como planta ornamental e é bastante cultivada especialmente no norte de Europa, na Provença, na Inglaterra, na Grécia, no norte da África e nos Estados Unidos. A melhor Lavanda cresce em altitudes acima de 1.000 metros, ao sol, em solo arenoso, bem drenado ou gredoso. O óleo essencial é na verdade produzido e armazenado nas folhas; as glândulas de óleo estão incrustadas no meio da fina penugem que recobre a planta. Os botões da flor são colhidos para processamento quando em plena floração. Existem cerca de vinte variedades diferentes de Lavanda cultivada.

 

Observações sobre o óleo essencial de Lavanda

 

embalagem: Frasco de vidro âmbar com gotejador contendo 10 ml de óleo essencial

 

Nome Científico: Lavandula officinalis

 

Parte utilizada da planta:Sumidades floridas ou botões na época de máxima floração (geralmente no verão), pois é neste momento que as glândulas contêm a máxima porcentagem de óleos essenciais.

 

Tipo de Extração: Destilação a vapor

 

Combina com: Louro, Bergamota, Camomila, Citronela, Sálvia Esclareia, Gerânio, Jasmim, Limão, Mandarina, Noz-Moscada, Laranja, Patchouli, Pinho, Tomilho e Alecrim.

 

Utilize com: Óleo Vegetal, Argila Medicinal, Creme Base Neutro, Gel de Aloe Vera, Aromatizador Pessoal e/ou Difusor de Aromas para o Ambiente.

 

Contraindicações:

 

Não indicamos o uso de óleo essencial administrado oralmente (ingestão), pois não poderemos afirmar sua segurança sem recomendações específicas sobre metabolizações e interações de medicamentos que possam ocorrer, sob esta via administrativa, somente sob orientação de um profissional extremamente qualificado. Recomendamos fazer um teste de sensibilidade na pele antes do uso via administrativa tópica.

 

Não recomendamos usar um óleo essencial por mais de 28 dias. Caso seja necessário, descanse uma semana, depois retome-o.

 

Não usar os óleos essenciais puros sobre a pele, podendo causar irritação cutânea se aplicado diretamente sem diluição, excetoLavanda, Copaíba e Tea Tree em aplicação pontual.

 

Quanto em tratamento com remédios homeopáticos não utilizar: Hortelã Pimenta, Alecrim, Sálvia officinalis ou Tomilho. Pois são considerados antídotos aos remédios homeopáticos.

 

No caso de Hipertensão, evitar:Alecrim, Sálvia officinalis e Tomilho.

 

No caso de Hipotensão, evitar:Manjerona e Ylang Ylang.

 

No caso de Epilepsia, evitar: Erva-Doce, Alecrim e Sálvia officinalis.

 

Problemas no Fígado:Caso tenha alguma patologia hepática, evite os óleos essenciais de Erva Doce e Anis Estrelado.

 

Gravidez:Utilizar após o 5° mês de gestação os óleos de Lavanda, Camomila Romana e os cítricos em geral. Consulte sempre o seu médico.

 

Amamentação, não utilizar:Hortelã Pimenta e Alecrim, pois estes óleos possuem ação anti-galactagoga, ou seja, corta o leite.

ÓLEO ESSENCIAL DE LAVANDA 10 ML

R$70,00
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DESCRIÇÃO

O óleo essencial de Lavanda é muito procurado principalmente por conta de sua delicadeza e por não ser irritante para a pele. Tem ainda propriedades calmantes e relaxantes. O óleo essencial de Lavanda By Samia é 100% puro e natural. Sua composição é livre de conservantes, parabenos, sulfatos, corantes, silicone e essências artificiais. Além de ser um produto vegano, livre de testes em animais e de ingredientes de origem animal.

 

Os óleos essenciais são substâncias naturais extraídas de plantas de diversas partes do mundo. Estas substâncias podem ser encontradas nas flores, nas folhas, nos caules, nas hastes, nas cascas ou nas raízes. No caso da lavanda são das flores que o óleo essencial é extraído. Desta forma, podem existir variações em seus aromas e compostos.

 

O óleo essencial de Lavanda é indicado para acalmar, relaxar os músculos, ajudando no bem-estar em geral. Lavanda ainda é conhecida por ser uma planta que atua como antidepressivo, diminui a tensão muscular, induz o sono entre outras características: antisséptica e antibacteriana. O óleo essencial de Lavanda é uma das fragrâncias mais familiares do planeta.

 

É necessário frisar que a OMS critica o uso dessas substâncias via oral, por esse motivo o melhor jeito de absorver as propriedades da substância. É usando como difusores, diluidores e massoterápicos.

 

História do óleo essencial de lavanda

 

A Lavanda é uma das plantas com maior tradição empregada na antiguidade. Os gregos, os romanos e os árabes empregavam a variedade Lavandula stoechas como erva antisséptica e de perfumaria – daí seu nome em latim lavare, que significa lavar. Devido à aparência de suas folhas, faz-se menção a angustifólia.

Muito utilizada como erva aromática, foi espalhada em lugares públicos da antiga Europa a partir do século XII. No mesmo século, a Madre St. Hildegarda reconhecia suas várias propriedades terapêuticas. O famoso botânico inglês do século XVI, William Turner, recomendava a Lavanda para lavar a cabeça das pessoas com transtornos psiquiátricos. Em 1640, o médico inglês John Parkinson considerava a Lavanda como “muito boa para dores de cabeça e para o cérebro”. Em 1746 foi incluída pela primeira vez na farmacopeia londrina.

 

É um dos óleos essenciais mais conhecidos na Aromaterapia e usado para fins curativos desde tempos imemoráveis. Durante séculos, sachês de Lavanda foram colocados nas gavetas de roupas de cama para evitar mofo e afastar os insetos – suas propriedades inseticidas eram bastante evidentes. Também era apreciado por sua qualidade antisséptica pelos romanos, que o usavam nos banhos e para limpar ferimentos, confirmando a correspondência com o verbo latino lavare. Acreditava-se que a Lavanda poderia curar formas mais brandas de epilepsia.

 

A água de Lavanda era popular no período elisabetano e na dinastia Stuart. Também era o perfume preferido da rainha Maria Henrietta, esposa do rei Charles I. A Lavanda inglesa foi cultivada durante muito tempo ao redor de Mitchum, em Surrey, embora seja hoje amplamente cultivada em Norfolk. Suas maravilhosas propriedades dermatológicas foram descobertas quase acidentalmente pelo químico francês René Maurice Gattefossé, no início do século XX. Confere sabor exótico a alguns pratos franceses e marroquinos.

 

Supõe-se que a destilação comercial começou no início do século XVII – acredita-se que, por ser regida por Mercúrio, isto pode relacionar-se com seu uso tradicional para o sistema nervoso. Um óleo nada romântico, atribui-se também a ele funcionar como anafrodisíaco. Borrifar Lavanda na cabeça supostamente ajuda a manter a castidade. Diz-se que a Lavanda é uma das ervas dedicadas a Hécate, a deusa dos bruxos e das feiticeiras, e a suas duas filhas, Medeia e Circe.

 

Aspectos Botânicos:

 

Trata-se de uma planta arbustiva aromática e perene, pertencente à família das Labiadas, caracterizada por apresentar uma altura de 50 a 80 cm, com folhas opostas, lanceoladas e oblongo-lineares, inteiras de 2 a 5 cm de longitude, flores bilabiadas cor azul grisalho a violácea, reunidas em espigas com pedúnculos, que podem alcançar entre 10 a 20 cm, aparecendo em meados do verão a princípios de outono.

 

A Lavanda é originária da zona mediterrânea européia, oriente e Índia, sendo posteriormente introduzida em quase todos os continentes. Cresce silvestre, em solos pobres, argilosos, bem drenados e em zonas sub-montanhosas. É muito empregada em jardins como planta ornamental e é bastante cultivada especialmente no norte de Europa, na Provença, na Inglaterra, na Grécia, no norte da África e nos Estados Unidos. A melhor Lavanda cresce em altitudes acima de 1.000 metros, ao sol, em solo arenoso, bem drenado ou gredoso. O óleo essencial é na verdade produzido e armazenado nas folhas; as glândulas de óleo estão incrustadas no meio da fina penugem que recobre a planta. Os botões da flor são colhidos para processamento quando em plena floração. Existem cerca de vinte variedades diferentes de Lavanda cultivada.

 

Observações sobre o óleo essencial de Lavanda

 

embalagem: Frasco de vidro âmbar com gotejador contendo 10 ml de óleo essencial

 

Nome Científico: Lavandula officinalis

 

Parte utilizada da planta:Sumidades floridas ou botões na época de máxima floração (geralmente no verão), pois é neste momento que as glândulas contêm a máxima porcentagem de óleos essenciais.

 

Tipo de Extração: Destilação a vapor

 

Combina com: Louro, Bergamota, Camomila, Citronela, Sálvia Esclareia, Gerânio, Jasmim, Limão, Mandarina, Noz-Moscada, Laranja, Patchouli, Pinho, Tomilho e Alecrim.

 

Utilize com: Óleo Vegetal, Argila Medicinal, Creme Base Neutro, Gel de Aloe Vera, Aromatizador Pessoal e/ou Difusor de Aromas para o Ambiente.

 

Contraindicações:

 

Não indicamos o uso de óleo essencial administrado oralmente (ingestão), pois não poderemos afirmar sua segurança sem recomendações específicas sobre metabolizações e interações de medicamentos que possam ocorrer, sob esta via administrativa, somente sob orientação de um profissional extremamente qualificado. Recomendamos fazer um teste de sensibilidade na pele antes do uso via administrativa tópica.

 

Não recomendamos usar um óleo essencial por mais de 28 dias. Caso seja necessário, descanse uma semana, depois retome-o.

 

Não usar os óleos essenciais puros sobre a pele, podendo causar irritação cutânea se aplicado diretamente sem diluição, excetoLavanda, Copaíba e Tea Tree em aplicação pontual.

 

Quanto em tratamento com remédios homeopáticos não utilizar: Hortelã Pimenta, Alecrim, Sálvia officinalis ou Tomilho. Pois são considerados antídotos aos remédios homeopáticos.

 

No caso de Hipertensão, evitar:Alecrim, Sálvia officinalis e Tomilho.

 

No caso de Hipotensão, evitar:Manjerona e Ylang Ylang.

 

No caso de Epilepsia, evitar: Erva-Doce, Alecrim e Sálvia officinalis.

 

Problemas no Fígado:Caso tenha alguma patologia hepática, evite os óleos essenciais de Erva Doce e Anis Estrelado.

 

Gravidez:Utilizar após o 5° mês de gestação os óleos de Lavanda, Camomila Romana e os cítricos em geral. Consulte sempre o seu médico.

 

Amamentação, não utilizar:Hortelã Pimenta e Alecrim, pois estes óleos possuem ação anti-galactagoga, ou seja, corta o leite.